O indivíduo passou a colocar toda a sua vida nas mãos de outros, sejam uma minoria ou não, abrindo mão do direito natural de tomar decisões e agir por si mesmo. Com o tempo tornou-se escravo dos setores da socidade que originalmente foram criados para serví-lo. Se um dia era sociedade que precisava mudar para se adequar às necessidades das pessoas, hoje isso se tornou uma obrigação do indivíduo. Vive-se em função da sociedade, permite-se que as decisões de quem está no poder afete diretamente a vida de cada um, ainda que sua existência seja ignorada por esses poucos e, como se não bastasse, CARREGA-SE UM SENTIMENTO DE DEVER EM CUMPRIR ORDENS E UMA SATISFAÇÃO QUANDO TUDO É FEITO CONFORME FORA IMPOSTO..."
Por que, no Brasil, em se tratando de anarquia, são os anarquistas que sempre têm privilégios e atenção? Deve ser porque os justos e trabalhadores não são anarquistas ou bandidos.E deve ser também, porque a anarquia começa com as pessoas que dirigem a nossa entre aspas justiça e a nossa entre aspas política.
O menino redator escreveu o que ele pensa. Expressou uma opinião contrária ao reitor e à presença da PM no campus. Usou a liberdade de expressão assegurada a todos na Constituição. Onde está a "ação indevida"?
Poxa gente assim já é demais! Qualquer texto que eu pegue, ou mesmo este, e a partir daí ter uma mente "fértil" e tempo como está de quem fez este entendimento, poderei assim imaginar qualquer outra msg "subliminar", usando outras sílabas distintas no texto dando outro significado. Vamos lá gente lembrem do filme "Uma mente brilhante" onde o protagonista fazia exatamente isso, via coisas onde ninguém mais vê... fica a dica.
Qualquer um que fez a redação deixou a mensagem subliminar, afinal de contas não existe nenhuma letra que o rapaz escreveu que não tenha no nosso alfabeto. Quanta leseira.
O MELHOR DOS MELHORES COMENTÁRIOS:
Subliminar?? O cara negritou o que queria dizer, para uma redação de vestibular, mais explícito seria impossível, fora isso só ele fosse com uma placa ou camiseta com a tal mensagem .
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