O último, o enterro, o final... o A-D-E-U-S...
Marco,
Em primeiro lugar, obrigada por ter perdido tempo respondido. Em sendo você, não esperaria outra atitude mesmo.
Em segundo lugar, obrigada pela franqueza e honestidade. É bom lidar com gente tão descente, vez ou outra.
E em terceiro lugar... eu sou meio lerda mas não sou burra. Eu posso demorar a enteder e, principalmente, aceitar, mas eu aceito.
Realmente minha teimosia não pode, de forma nenhuma, interferir na vontade do outro. É aquela tal história: minha liberdade vai até onde começa a sua.
É lógico que seria um grande privilégio poder a voltar a falar com vc e tê-lo como amigo mas, como você mesmo resumiu, ainda bem que nem tudo acontece como a gente gostaria que acontecesse. Acho que, no fundo, seria uma grande tragédia.
E fazia um grande tempo que a minha necessidade interior não berrava querendo ouvir a sua voz mas isso aconteceu há um tempinho quando, numa sessão de relaxamento/acupuntura a minha médica me pediu pra fazer um certo exercício e no final ela me disse: "Agora você imagina um lugar calmo, tranquilo e uma pessoa com quem você se sinta bem te abraçando e te dando todo o conforto que você quer.". E eu pensei em vc... pelo que já te falei: sua voz gostosa, seu semblante sereno e sua maneira tranquila de lidar com as coisas que são, exatamente, o meu oposto.
Mas obrigada por ter colocado tudo de uma forma tão lógica e tão precisa.
Vou reforçar o pedido e me contradizer porque, desta vez, será a última vez: por favor, seja meu amigo, se você quiser e/ou achar que eu mereço uma segunda chance.
Seria um prazer tomar um vinho com você e comer uma lasanha, que, aliás, é minha especialidade na cozinha...
Vou deixar a minha forma de contato e não que eu espere q vc faça isso não... se o fizer de coração, ficarei feliz, senão... valu a pena ter te conhecido...
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