Oi, bom dia, alles gutte, good morning, buenos dias, bon giorno, bon jour e por ae afora...
Bem, em primeiro lugar gostaria de expressar meu descontentamento comigo mesma.
Porque perco o meu tempo assistindo uma novela que não só inverte valores mas faz com quem pareça que o errado compensa, o crime retribui e falta de caráter é normal.
Está certo, confesso que VIBRO todas as vezes em que a Carminha vira o jogo porque é muito mais engraçado ver a Carminha aprontando as maldades dela do que ver a "chacrilonga" e "desmilinguida" da Nina indo atrás da sua vingançazinha particular.
Que eu nunca fui flor que se cheire, isso é sabido.
Que eu nunca fui muito honesta, também.
Que eu minto, trambico, gambiarreio, isso também não é novidade pra ninguém.
O que realmente tem sido surpreendente - inclusive para mim - é a minha perda de tempo com o que não vale a pena.
Quando eu morei em Maringá, não tinha TV.
Por 2 anos, aqui em SP não tive TV.
E li muito mais, saí muito mais, estudei mais, fiz mais coisas com o tempo que, definitivamente, a TV me usurpa.
Assistindo o capítulo de ontem (24/09/12) de Avenida Brasil, descobri que aquela Piriguete - que só serve pra ser usada mesmo, não respeitada, não amada, não querida, mas USADA - Suellen não vale nada e ainda acha normal isso.
Algo do tipo: "Sou Maria Chuteira mesmo e sempre afirmei/mostrei isso.". foi o que ela disse num determinando momento. Como se "maria chuteira" fosse profissão.
Não é.
Eu me lembro que, mais no começo da novela, ela fingiu uma gravidez e ameaçou todos os caras do bairro com quem tinha ficado de "ser o pai". E ela ainda falava algo do tipo: "Tá achando que eu transei com todo mundo sem camisinha meu amor? Foi só com você.".
Ou seja, por mais que tenha campanha na TV sobre sexo seguro, com proteção, vem um autor de novela e cria uma persoangem que, não só trepa sem camisinha, como trepa com todo o bairro. E ainda tira proveito disso.
Ainda no tema Suellen, outra cena ridícula foram todas aquelas onde ela utilizou o corpo - não a inteligência, não a competência, não o trabalho, mas o CORPO - para conseguir chantagear o seu, então, empregador, Seu. Diógenes; o filho da Monaliza; o médico do hospital; o Darkson e tantos outros personagens que não vou ficar listando aqui pra não deixar esse blog enfadonho.
Ou seja, numa mesma personagem pode-se verificar que:
1) viver à custa dos outros é fácil;
2) prostituição, ainda que não remunerada, pode ser um meio de vida;
3) transar sem camisinha é bom e
4) desculpem-me as feias, mas BELEZA É FUNDAMENTAL. BEM COMO UM BUNDÃO E UM BELO PAR DE MELÕES COMO COMISSÃO DE FRENTE.
Nada mais natural, tendo em vista que a novela é brasileira e que, como diria De Gaulle, isso aqui não é um país sério.
Discorrendo sobre mais personagens, temos a protagonista e a antagonista da novela, respectivamente, Nina e Carminha.
A primeira é tão chata e tão sem graça que, os melhores momentos da RITA/NINA foram nos primeiros capítulos quando ela era criança e parecia que suas ações eram naturais e a "rebeldia" era só o efeito colateral produzido pela bruxa má da madastra, no caso a Carminha.
Depois de Nina - e com poder de manipulação quase tão grande quanto o de sua arqui-rival, ficou chata, amarga, repetitiva e, o pior, ainda ACHAVA QUE TINHA RAZÃO E QUERIA QUE TODOS À SUA VOLTA TAMBÉM LHE DESSEM A RAZÃO.
É sério, não sei se é o meu lado Carminha ou simplesmente a falta de inteligência da Nina, que me deixam EXTREMAMENTE FELIZ QUANDO A ADRIANA ESTEVES VIRA O JOGO E DIZ: "CAMINHA 4X0 RITA." e solta aquela risada seca e debochada.
Está certo, Carminha não é exatamente um exemplo para ninguém mas levando em conta que:
1) ela foi criada no lixão;
2) segundo nuances da novela, a vida não lhe foi nada agradável durante a infância/adolescencia;
3) viu seu pai trair sua mãe;
4) teve que abanadonar o filho no lixo;
5) passou pela cadeia e
6) parece que só tem babaca perto dela,
ela tem mesmo motivos de sobra pra ser uma megera e viver a versão loura da madastra da Branca de Neve.
Ao invés de colocar drogas na bolsa da Rita, ela deveria ter oferecido um "petit gateau" - porque maçã é muito suburbano pra oferecer uma chef internacional - envenenado pra ver se essazinha dormia o resto da novela.
No mais, ver a Carminha tremendo de raiva, dizendo "É tudo culpa da Rita", fazendo aquela cara de feliz quando consegue virar o jogo e, principalmente, enganando com maestria quase todos à sua volta, é muito mais emocionante, interessante e vibrante do que ver aquela "Maria Antonieta" amargurada com seus rompantes de justiça.
CONTINUA...
(Continuando em 26/09/2012) -aniversário de uma iluestre pessoa...
Bem, ainda em relação às personagens da novela, vamos agora aos "menos importantes".
A começar pelo trouxa do Jorginho.
Fala sério... qual homem, em sã consciência, trocaria a Débora - Nathalia Dill - pela sonsa da Nina????? N-E-N-H-U-M.
Fora isso, ainda tem toda a chatice peculiar deste personagem. Estou certa que, caso Cauã Reymonds pudesse ter lido toda a história, jamais teria aceitado fazer um personagem tão medíocre. Tanto melhor, para ele, teria sido curtir o nascimento da filhota e ter ficado com a linda Grazy Massafera.
Jorginho é um moleque sem sal e sem açucar. Sem tempero. Sem graça. Mais chato, impossível.
Vive naquele mundinho ridículo e, se tivesse dito que ele era autista - sem nenhum preconceito - desde o começo, não poderia ter tido melhor definição.
A família Buscapé - todos da família Tufão. OS deslumbrados novos ricos que reinam soberanos no subúrbio. Era rídiculo ver a cozinheira servindo aqueles pratos chiquetérrimos para aquela cambada de ogros suburbanos. Não sabiam nem comer, quanto mais pronunciar os nomes... o tempo todo me lembrou aquela personagem do Chapolim Colorado... a moça de nobre coração que vem todos os dias ao bosque buscar lenha... apesar de semi-honestos, todos barraqueiros, gentinha, suburbanos no pior sentido da palavras. Tem todos os tipos típicos: a matricarca neurótica, o primogênito corno, o velho que se acha garotão e a filha gorda e encalhada, além de miserável. Sabe aquela história de quem nunca comeu melado e quando ganha se lambuza todo? É bem a metáfora, só que com $$$. Nunca tiveram grana e quando conseguiram, nem souberam o que fazer, além de construir uma casa ridícula. Quero ver quando a Muricy descobrir que foi enganada por mais de 15 anos pela megera loura...
Continua...
(Continuando em 28/09/2012) onaliza - a dona do salão bem sucedido mas que nem nos melhores sonhos se daria bem na alta sociedade. Na base do: "fiz fortuna trabalhando", adora essa vidinha pobre e mais ou menos.
Cadinho e seu harém: talvez Cadinho e seu harém sejam a parte mais engraçada da trama. Não só pelo fato dele, por um bom tempo, ter mantido 3 famílias mas também porque as mulheres são tão futeis que só rindo pra acreditar que existam pessoas assim.
Débora: vou falar dela em separado porque, ao longo de toda história, foi a única que realmente me pareceu ser uma pessoa sensata e inteligente, além de bom caráter. Sempre solicita, sempre resignada, sempre sensata... apaixonada pelo Jorginho mas, apesar disso, sempre usou a inteligência e a bom senso para todas as situações.
Zezé: a empregada mala... sempre dando pitacos e sempre querendo ver o circo pegando fogo... parece até uma certa pessoa com quem trabalho atualmente...
Continua...
(Continuando em 26/09/2012) -aniversário de uma iluestre pessoa...
Bem, ainda em relação às personagens da novela, vamos agora aos "menos importantes".
A começar pelo trouxa do Jorginho.
Fala sério... qual homem, em sã consciência, trocaria a Débora - Nathalia Dill - pela sonsa da Nina????? N-E-N-H-U-M.
Fora isso, ainda tem toda a chatice peculiar deste personagem. Estou certa que, caso Cauã Reymonds pudesse ter lido toda a história, jamais teria aceitado fazer um personagem tão medíocre. Tanto melhor, para ele, teria sido curtir o nascimento da filhota e ter ficado com a linda Grazy Massafera.
Jorginho é um moleque sem sal e sem açucar. Sem tempero. Sem graça. Mais chato, impossível.
Vive naquele mundinho ridículo e, se tivesse dito que ele era autista - sem nenhum preconceito - desde o começo, não poderia ter tido melhor definição.
A família Buscapé - todos da família Tufão. OS deslumbrados novos ricos que reinam soberanos no subúrbio. Era rídiculo ver a cozinheira servindo aqueles pratos chiquetérrimos para aquela cambada de ogros suburbanos. Não sabiam nem comer, quanto mais pronunciar os nomes... o tempo todo me lembrou aquela personagem do Chapolim Colorado... a moça de nobre coração que vem todos os dias ao bosque buscar lenha... apesar de semi-honestos, todos barraqueiros, gentinha, suburbanos no pior sentido da palavras. Tem todos os tipos típicos: a matricarca neurótica, o primogênito corno, o velho que se acha garotão e a filha gorda e encalhada, além de miserável. Sabe aquela história de quem nunca comeu melado e quando ganha se lambuza todo? É bem a metáfora, só que com $$$. Nunca tiveram grana e quando conseguiram, nem souberam o que fazer, além de construir uma casa ridícula. Quero ver quando a Muricy descobrir que foi enganada por mais de 15 anos pela megera loura...
Continua...
(Continuando em 28/09/2012) onaliza - a dona do salão bem sucedido mas que nem nos melhores sonhos se daria bem na alta sociedade. Na base do: "fiz fortuna trabalhando", adora essa vidinha pobre e mais ou menos.
Cadinho e seu harém: talvez Cadinho e seu harém sejam a parte mais engraçada da trama. Não só pelo fato dele, por um bom tempo, ter mantido 3 famílias mas também porque as mulheres são tão futeis que só rindo pra acreditar que existam pessoas assim.
Débora: vou falar dela em separado porque, ao longo de toda história, foi a única que realmente me pareceu ser uma pessoa sensata e inteligente, além de bom caráter. Sempre solicita, sempre resignada, sempre sensata... apaixonada pelo Jorginho mas, apesar disso, sempre usou a inteligência e a bom senso para todas as situações.
Zezé: a empregada mala... sempre dando pitacos e sempre querendo ver o circo pegando fogo... parece até uma certa pessoa com quem trabalho atualmente...
Continua...
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